Neste sábado estamos abrindo nossa primeira enquete. A cada semana estaremos lançando novos questionamentos afim de discutirmos as doutrinas bíblicas apenas para melhor compreensão e não para questioná-las.
Hoje estamos falando sobre o vestuário feminino. Assunto polêmico e que já tem rendido até crises em algumas igrejas. Aqui trataremos dele até esgotarmos as possibilidades bíblicas.
Votem e se quiserem nos dizer algo mais deixe um recado no nosso mural.
Edmarlon
30 de out. de 2010
Dica da Semana
Nesta semana, trazemos pra vocês, meus queridos irmãos e amigos, uma jóia preciosa na adoração a Deus através da internet. o site Redemaranatha.com.br contém um dos maiores acervos digitais para cristãos em toda a web. Sermõs em áudio e em texto; estudos bíblicos em várias mídias; rádio e TV Novo Tempo, comunidades, sorteio de brindes... não dá pra contar quantas alegrias em Cristo alcançaremos através do trabalho do nosso irmão Amilton Menezes.
Acesse já! Redemaranatha.com.br
Edmarlon
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Edmarlon
Tem horas que não tiro a razão de alguns ateus...
"Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos" (Mateus 24:24).
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22 de out. de 2010
Livro revela carinho de Cid Moreira pela Bíblia e adventistas
São Paulo, SP … [ASN] O livro Boa Noite, que retrata a biografia do mais famoso locutor do país, Cid Moreira, tem em suas páginas versos bíblicos, mensagens de esperança e uma admiração pela Igreja Adventista, sua música e seus membros. No lançamento do livro em São Paulo, dia 23 de março, no Shopping Morumbi, o destaque ficou na insistência de Cid em falar com a imprensa sobre a Bíblia Sagrada. A autora da obra e esposa do locutor, a jornalista Fátima Sampaio Moreira, retrata no livro a história de vida de Cid desde a sua infância até a sua vida profissional como apresentador do Jornal Nacional e o trabalho com narração de textos bíblicos.
Resumidamente, veja como Cid e Fátima falam da Bíblia e da Igreja Adventista como um todo no livro. Logo, nas primeiras páginas o leitor encontra o verso bíblico que Cid mais interpreta que é I Coríntios 13 (1). O comunicador fala que o Manual de Saúde da CPB (Casa Publicadora Brasileira) o ajudou a entender o valor das frutas, verduras e sementes e também o incentivou a torná-lo vegetariano (2). Fala da importância da amizade com o pastor e jornalista Siloé de Almeida, que o ajudou a viabilizar e divulgar a gravação do audiobook da Bíblia em todo o Brasil (3). O locutor fala que pegou muitas dicas sobre a gravação da Bíblia com o arqueólogo e pastor Rodrigo Silva (4). Em relação à leitura, Cid confessa que gosta de ler as mensagens do pastor Alejandro Bullón (5). Ele cita também em sua biografia, vários cantores da Igreja Adventista, como, por exemplo, o Quarteto Arautos do Rei (6).
Cid começou sua carreira como locutor na Rádio Difusora de Taubaté, SP, sua cidade natal. Com 65 anos de profissão já gravou inúmeros comerciais. Na televisão, Cid consagrou-se como apresentador do Jornal Nacional, onde ficou 27 anos na bancada, registrando cerca de 10 mil vezes, seu inconfundível Boa Noite, tornando-se assim, um recordista que mais tempo esteve à frente de um mesmo telejornal. Cid tem várias marcas, uma delas é ser o primeiro e único a gravar a Bíblia Sagrada na íntegra. Atualmente, o locutor atua na narração de matérias para o programa da Rede Globo, o Fantástico. Com 82 anos, o locutor mora no Rio de Janeiro com sua esposa Fátima Sampaio Moreira. Ele cuida da saúde com uma dieta vegetariana e com a prática exercícios físicos todos os dias. A seguir, trechos de entrevista realizada pela jornalista Charlise Alves, da Rádio Novo Tempo de Nova Odessa (SP):
Resumidamente, veja como Cid e Fátima falam da Bíblia e da Igreja Adventista como um todo no livro. Logo, nas primeiras páginas o leitor encontra o verso bíblico que Cid mais interpreta que é I Coríntios 13 (1). O comunicador fala que o Manual de Saúde da CPB (Casa Publicadora Brasileira) o ajudou a entender o valor das frutas, verduras e sementes e também o incentivou a torná-lo vegetariano (2). Fala da importância da amizade com o pastor e jornalista Siloé de Almeida, que o ajudou a viabilizar e divulgar a gravação do audiobook da Bíblia em todo o Brasil (3). O locutor fala que pegou muitas dicas sobre a gravação da Bíblia com o arqueólogo e pastor Rodrigo Silva (4). Em relação à leitura, Cid confessa que gosta de ler as mensagens do pastor Alejandro Bullón (5). Ele cita também em sua biografia, vários cantores da Igreja Adventista, como, por exemplo, o Quarteto Arautos do Rei (6).
Cid começou sua carreira como locutor na Rádio Difusora de Taubaté, SP, sua cidade natal. Com 65 anos de profissão já gravou inúmeros comerciais. Na televisão, Cid consagrou-se como apresentador do Jornal Nacional, onde ficou 27 anos na bancada, registrando cerca de 10 mil vezes, seu inconfundível Boa Noite, tornando-se assim, um recordista que mais tempo esteve à frente de um mesmo telejornal. Cid tem várias marcas, uma delas é ser o primeiro e único a gravar a Bíblia Sagrada na íntegra. Atualmente, o locutor atua na narração de matérias para o programa da Rede Globo, o Fantástico. Com 82 anos, o locutor mora no Rio de Janeiro com sua esposa Fátima Sampaio Moreira. Ele cuida da saúde com uma dieta vegetariana e com a prática exercícios físicos todos os dias. A seguir, trechos de entrevista realizada pela jornalista Charlise Alves, da Rádio Novo Tempo de Nova Odessa (SP):
Rádio Novo Tempo: O Jornal Nacional inspirou o título da sua biografia, Boa Noite. Como foi esse trabalho, que te consagrou com um dos melhores comunicadores do País?
Cid Moreira: O Jornal Nacional marcou muito o meu trabalho e com o prestígio do JN tive a possibilidade de levar a Palavra de Deus através da gravação da Bíblia na íntegra. Sinto-me feliz com os resultados.
Rádio Novo Tempo: Durante esses 65 anos de trabalho, o que mais marcou a sua vida profissional?
Cid Moreira: O momento mais especial foi o lançamento da Bíblia em CD.
Cid Moreira: O Jornal Nacional marcou muito o meu trabalho e com o prestígio do JN tive a possibilidade de levar a Palavra de Deus através da gravação da Bíblia na íntegra. Sinto-me feliz com os resultados.
Rádio Novo Tempo: Durante esses 65 anos de trabalho, o que mais marcou a sua vida profissional?
Cid Moreira: O momento mais especial foi o lançamento da Bíblia em CD.
Rádio Novo Tempo: Qual o ensinamento que você aprendeu ao gravar a Bíblia Sagrada?
Cid Moreira: Eu não sabia quase nada. Nasci com a Bíblia na mão, mas sentia muita dificuldade de entendê-la, devido ao tamanho da letra e a linguagem. Quando recebi o convite da CPB (Casa Publicadora Brasileira) de gravar um audiobook do livro Caminho a Cristo, da escritora Ellen White, resolvi me aprofundar mais e ter mais contato com a Bíblia. Conheci a Bíblia na Linguagem de Hoje que fez toda a diferença. Desde então, a cada dia, procuro saber mais sobre as belas histórias que a Bíblia apresenta.
Cid Moreira: Eu não sabia quase nada. Nasci com a Bíblia na mão, mas sentia muita dificuldade de entendê-la, devido ao tamanho da letra e a linguagem. Quando recebi o convite da CPB (Casa Publicadora Brasileira) de gravar um audiobook do livro Caminho a Cristo, da escritora Ellen White, resolvi me aprofundar mais e ter mais contato com a Bíblia. Conheci a Bíblia na Linguagem de Hoje que fez toda a diferença. Desde então, a cada dia, procuro saber mais sobre as belas histórias que a Bíblia apresenta.
Rádio Novo Tempo: O que você aprendeu com a gravação do livro Caminho a Cristo?
Cid Moreira: Foi uma cartilha para entender um pouco mais da Bíblia. O livro me instigou a ler a Bíblia. Como poderia ler algo sem entender, então estudei para entender o trabalho que estava fazendo.
Rádio Novo Tempo: Qual é a primeira atividade que você e sua esposa fazem no dia?
Cid Moreira: O segredo está em buscar a Deus em primeiro lugar. Em nossa casa, nós costumamos ler a meditação da Igreja Adventista, temos um momento especial com Jesus. Lemos uma passagem bíblica e refletimos tentando aplicar ao nosso dia.
Cid Moreira: Foi uma cartilha para entender um pouco mais da Bíblia. O livro me instigou a ler a Bíblia. Como poderia ler algo sem entender, então estudei para entender o trabalho que estava fazendo.
Rádio Novo Tempo: Qual é a primeira atividade que você e sua esposa fazem no dia?
Cid Moreira: O segredo está em buscar a Deus em primeiro lugar. Em nossa casa, nós costumamos ler a meditação da Igreja Adventista, temos um momento especial com Jesus. Lemos uma passagem bíblica e refletimos tentando aplicar ao nosso dia.
Rádio Novo Tempo: Você é um ícone do jornalismo no Brasil, está no Guinness Book por apresentar o telejornal por 27 anos, foi o primeiro apresentador do Fantástico e também foi o primeiro a gravar a Bíblia na íntegra com efeitos especiais e trilhas sonoras. Com toda essa bagagem, você ainda tem um projeto, um sonho para realizar?
Cid Moreira: Sonho com um DVD com passagens bíblicas. Sempre quero mostrar a mensagem da Bíblia. Atualmente estou gravando minisermões pelo telefone, a pessoa disca um número e ouve sermões. Em breve, vai ter o lançamento do aparelho I-Pen Mac Toch, que vai passar ao usuário toda a emoção de ouvir e ver. Esse aparelho vai mandar e receber e-mails.
Cid Moreira: Sonho com um DVD com passagens bíblicas. Sempre quero mostrar a mensagem da Bíblia. Atualmente estou gravando minisermões pelo telefone, a pessoa disca um número e ouve sermões. Em breve, vai ter o lançamento do aparelho I-Pen Mac Toch, que vai passar ao usuário toda a emoção de ouvir e ver. Esse aparelho vai mandar e receber e-mails.
Rádio Novo Tempo: A voz é a sua grande marca. Você tem alguns cuidados específicos com ela?
Cid Moreira: Já usei de tudo, como sal marinho, cravo da índia, gengibre, entre outras coisas. Hoje, a minha filosofia mudou, quando temos confiança em Deus, ELE sempre nos protege e cuida de cada ser humano. Graças a Ele, minha voz está cada vez melhor. [Equipe ASN, Charlise Alves]
Cid Moreira: Já usei de tudo, como sal marinho, cravo da índia, gengibre, entre outras coisas. Hoje, a minha filosofia mudou, quando temos confiança em Deus, ELE sempre nos protege e cuida de cada ser humano. Graças a Ele, minha voz está cada vez melhor. [Equipe ASN, Charlise Alves]
Edmarlon
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A aclamada série que esclarece os últimos eventos antes da volta do nosso Senhor Jesus e nos mostra as maravilhas que viveremos com Ele nas mansões celestiais. Em sete episódios você saberá de tudo que está reservado para a humanidade nos EVENTOS FINAIS.
Edmarlon
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Os dias da criação são literais?
Segundo Gerhard F. Hasel, falecido professor de Teologia Bíblica e Antigo Testamento na Andrews University, nos Estados Unidos, a semântica (estudo linguístico dos significados de palavras, frases, cláusulas, etc.) chama atenção para a questão crucial do significado exato da palavra hebraica yom. Poderia a designação “dia” (yom) em Gênesis 1 ter um significado figurativo? Ou deve ela ser entendida, com base nas normas da semântica, como um dia literal de 24 horas? Algumas pessoas, numa tentativa de evitar maiores problemas com o evolucionismo, aplicam a teoria dos dias-eras ao relato de Gênesis 1. Para elas, os seis dias da criação são, na verdade, longos períodos de tempo. Será que isso é possível? Antes de mais nada, é preciso deixar claro que o termo yom em Gênesis 1 não se liga a qualquer preposição; não é usado em uma relação construtiva; e não tem nenhum indicador sintático que seria de esperar para um uso extensivo não literal.
Nas Escrituras, a palavra yom invariavelmente significa um período literal de 24 horas, quando precedida por um numeral, o que ocorre 150 vezes no Antigo Testamento. Obviamente, no relato da criação existe sempre um numeral precedendo aquela palavra – primeiro, segundo, terceiro... sétimo dia – e essa regra para a tradução de yom como um dia literal aplica-se neste caso. O que parece ser significativo também é a ênfase dada à sequência dos numerais 1 a 7, sem qualquer hiato ou interrupção temporal.
Esse esquema de sete dias (seis dias de trabalho seguidos por um sétimo dia de repouso) interliga os dias da criação como dias normais em uma sequência consecutiva e ininterrupta. O relato da criação em Gênesis 1 não somente liga cada dia a um numeral sequencial, como também estabelece as fronteiras do tempo mediante a expressão “tarde e manhã” (versos 5, 8, 13, 19, 31).
A frase rítmica “e houve tarde e manhã” provê uma definição para o “dia” da criação; e, se o “dia” da criação constitui-se de tarde e manhã, é, portanto, literal. O termo hebraico para “tarde” – ‘ereb – abrange toda a parte escura do dia (ver dia/noite em Gênesis 1:14). O termo correspondente, “manhã” (em hebraico boqer), representa a parte clara do dia. “Tarde e manhã” é, portanto, uma expressão temporal que define cada dia da criação como literal. Não pode significar nada mais.
Outro tipo de evidência interna no Antigo Testamento para o significado dos dias resulta de duas passagens sobre o sábado no Pentateuco, que se referem aos dias da criação. Elas informam como os dias da criação foram compreendidos por Deus. A primeira passagem faz parte do quarto mandamento do Decálogo, e está registrada em Êxodo 20:9-11. A ligação com a criação transparece no vocabulário (“sétimo dia”, “céus e terra”, “descansou”, “abençoou”, “santificou”) e no esquema “seis mais um”.
As palavras usadas nos Dez Mandamentos deixam claro que o “dia” da criação é literal, composto por 24 horas, e demonstram que o ciclo semanal é uma ordenança temporal da criação. Aliás, como explicar a origem do ciclo semanal, se não pela criação em seis dias literais seguidos do repouso do sétimo dia? A semana não está vinculada a nenhum movimento ou fenômeno astronômico, como os dias (rotação da Terra), os anos (translação) e os meses. A palavra divina, que promulga a santidade do sábado, toma os seis dias da criação como sequenciais, cronológicos e literais. Dizer o contrário, portanto, é ir contra o Criador.
Por fim, uma última consideração: a criação da vegetação ocorreu no terceiro dia (ver Gênesis 1:11 e 12). Grande parte dessa vegetação parece ter necessitado de insetos para a polinização. Mas os insetos só foram criados no quinto dia (verso 20). Se a sobrevivência desses tipos de plantas, que necessitam de insetos e outros animais para a polinização, dependesse deles para a reprodução, então haveria um sério problema se o “dia” da criação significasse “era”.
Ainda mais: a teoria dos dias-eras exigiria um longo período de iluminação e outro de escuridão para cada uma das supostas épocas. Isso, é claro, seria fatal tanto para as plantas quanto para os animais. Os dias da criação devem ser entendidos como literais e não como representando longos períodos de tempo. Argumentar em contrário é forçar o texto bíblico a dizer o que não diz.
(Adaptado de Folha Criacionista n° 53, setembro de 1995, p. 26-30 – Sociedade Criacionista Brasileira)
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Calças justas podem prejudicar a saúde
Atenção fãs da calça jeans justa, também conhecida como “skinny jeans”! Segundo uma reportagem da rede de televisão americana CBS, esse tipo de calça pode ser prejudicial à saúde causando a “síndrome da calça justa” (ou meralgia parestésica, para citar o nome científico desse tipo de problema). De acordo com a neurologista ouvida pela reportagem, a pressão constante dos jeans apertados pode comprimir e lesar um nervo na coxa, causando dores fortes, dormência e queimação. Esse tipo de problema, até agora, aparecia principalmente em mulheres grávidas ou obesas, por causa da pressão extra nas pernas, ou em bombeiros, policiais e pedreiros, profissionais que usam cintos pesados nos quadris. Para não virar, literalmente, uma vítima da moda, o melhor é alternar os “skinny jeans” com calças e saias mais soltinhas.(BBC Brasil)
Edmarlon
Importa realmente o que vestimos?
Quando se fala em qual deve ser o vestuário adequado para o cristão, muitos vão logo pensando na velha controvérsia da calça x saia. Porém, esta é uma visão limitada e preconceituosa. O vestuário do verdadeiro cristão envolve questões muito mais profundas do que a simples escolha de um traje. Deus não é etnocêntrico, ou seja, não adota uma cultura específica para servir de padrão a todas as outras.
Na história da humanidade, registrada nas Sagradas Escrituras, podemos ver nitidamente Deus respeitando as culturas de cada época e região, mesmo quando estas se revelaram inadequadas e não colaboraram para a felicidade humana.
Hoje não é diferente. Ele aceita que nossos irmãos das mais diversas culturas do mundo O adorem e sirvam com sua vestimenta peculiar. Por isso, jamais poderíamos chegar a uma dessas igrejas impondo nosso estilo de vestir como ideal. Pense no que aconteceria caso um irmão de certa tribo africana quisesse obrigar um brasileiro a ir à igreja vestindo túnicas longas. Isso traria escândalo ou, na melhor das hipóteses, risos.
É por esse motivo que Deus não escolhe uma roupa específica para usarmos. No entanto, Ele deixou princípios universais para serem seguidos por todas as pessoas de todas as épocas e culturas. E são justamente esses princípios que devem nos levar a usar roupas que sejam condizentes com nossa fé.
“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10:31). Esse deve ser o princípio áureo de quem quer agradar a Deus. Tudo o que fizermos – inclusive o vestuário que usamos – deve glorificar a Deus. Na Bíblia, encontramos ainda outras preciosas orientações com relação à roupa que glorifica ao Criador: “Da mesma forma que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro ou pérolas, ou vestuário dispendioso” (1Tm 2:9). “Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário” (1Pd 3:3).
Deus é glorificado quando nossa roupa não chama atenção para nós mesmas(os) e nos apresenta apenas como vasos de barro, contendo valioso tesouro. É claro que isto não é válido somente para as mulheres. Foi o contexto da época que fez com que os apóstolos Pedro e Paulo assim escrevessem.
Já ouvi muitos dizerem que não importa o que vestimos, o importante é o que vai no coração. Mas, com certeza, o que vai no coração também se revela em nosso exterior. Até nossa personalidade pode ser avaliada, em parte, através daquilo que vestimos. A roupa que usamos demonstra a forma como queremos que os outros nos vejam. E esta é a questão crucial. Se já não sou mais eu quem vive e Cristo vive em mim, como será minha roupa? Quero que me apreciem e me achem atraente, bonita(o), sedutora(o), ou quero que, ao me olharem, vejam a simplicidade, modéstia, decência, asseamento e bom gosto que eram vistos em Jesus?
Vejamos o que Ellen White diz sobre isso: “Nossas palavras, ações, vestidos, são pregadores vivos, juntando com Cristo, ou espalhando. Isto não é coisa insignificante, para ser passada por alto com um gracejo. A questão do vestuário exige séria reflexão e muito orar” (Testemunhos Seletos, v. 1, p. 596). “Os que se apegam aos adornos proibidos na Palavra de Deus, nutrem orgulho e vaidade no coração. Desejam atrair a atenção. Seu vestuário diz: Olhem para mim, admirem-me. Assim cresce decididamente a vaidade no coração humano, devido à condescendência” (Ibid., p. 599).
Temos que tomar cuidado para não nos secularizar e nos conformar com os costumes do mundo. A cultura e os costumes são muito dinâmicos. O que há vinte anos era considerado indecente, hoje é aceito com naturalidade. O nudismo e o erotismo não causam mais espanto. Até as crianças estão sendo corrompidas debaixo dos narizes dos pais.
Ainda que estranhos para a (i)moralidade atual, os princípios de Deus continuarão sendo sempre os mesmos. Não podemos nos deixar levar pelas modas do mundo quando elas ferem a representação adequada do caráter de Deus. Ellen White nos faz uma preciosa advertência: “Muitos se vestem como o mundo, a fim de exercerem influência sobre os incrédulos; nisto, porém, cometem lamentável erro. Caso eles queiram ter influência real e salvadora, vivam segundo sua profissão de fé, mostrem essa fé pelas obras de justiça, e tornem distinta a diferença entre o cristão e o mundano. As palavras, o vestuário, as ações, devem falar em favor de Deus” (Ibid., p. 594).
Quando Cristo entra no coração, há uma transformação completa, e o vestuário jamais contradiz aquilo que professamos. “Quando a mente está firme na idéia de apenas agradar a Deus, desaparecem todos os desnecessários embelezamentos pessoais” (Ibid., p. 599).
Por tudo isso, vemos que vestir-se corretamente não é questão tão simples como a escolha de uma saia ou de uma calça – o que seria muito fácil. Na verdade, esse é um assunto que envolve genuína conversão e desprendimento do mundo. Devemos escolher usar a roupa que melhor represente o cristianismo de acordo com a cultura da época e da região em que vivemos.
Antes de sair, olhe-se no espelho e peça para Jesus avaliar se sua roupa é a mais adequada. Com certeza Ele irá mostrar e lhe dará forças para vencer os ditames deste mundo.
Nunca esqueça: como tudo na vida cristã, a vestimenta correta é resultado da comunhão com Cristo. Se tentarmos fazer o contrário (corrigir hábitos sem comunhão), estaremos fadados ao fracasso e à infelicidade. Para todo mal, Jesus é a solução. E só Jesus!
(Débora Tatiane M. Borges é pedagoga e reside em Tatuí, SP)
Este artigo foi publicado no blog criacionista.blogspot.com, do nosso irmão Michelson Borges e foi editado neste espaço por Edmarlon Silva.
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14 de out. de 2010
O DIA DAS CRIANÇAS, NA VISÃO DA HISTÓRIA
No Brasil, o Dia das Crianças foi criado por um político: o deputado federal Galdino do Valle Filho, na década de 1920. Em 1924, o então presidente da República, Arthur Bernardes, teria institucionalizado a data através do Decreto número 4.867, de 5 de novembro de 1924. Naquela época, apesar da criação da data, o mercado brasileiro não era tão dinâmico e o Dia das Crianças não era comemorado como nos dias de hoje, nos quais as famílias se veem na obrigação de dar presentes aos menores.
Foi na década de 1960 que a coisa mudou. Naquela época, observando que a data poderia ser utilizada comercialmente e render bons lucros, a fábrica de brinquedos Estrela e a indústria Johnson & Johnson se uniram para lançar a “Semana do Bebê Robusto”. Como o próprio nome dizia, durante essa semana se exaltava a saúde das crianças e sua aparência física, que poderia ser melhorada, é claro, com os produtos da Johnson & Johnson e com o acalento dos brinquedos da Estrela. A partir dessa campanha, outras empresas aderiram à data para aumentar suas vendas e, atualmente, o Dia das Crianças responde por uma considerável fatia das vendas das lojas, só perdendo para o Natal e para o Dia das Mães. O setor de brinquedos e vestuário espera ansiosamente por essa data, pois sabe de sua importância para as crianças de todo o país.
Hoje, a criança tem um papel relevante nas famílias, mas nem sempre foi assim. Até o início do século, a criança não tinha um status próprio. Ela era tratada como um mini adulto, obrigada a se comportar e até mesmo a se vestir como tal. Nos dias atuais, a criança é soberana em casa. Isso ocorre devido à crescente participação da mulher no mercado de trabalho. A ausência dos pais em casa leva o casal a querer compensar a criança de alguma forma e, para suprir os desejos dos filhos, acabam recorrendo ao consumo, o que não resulta muitas vezes, em adultos com boa formação.
Em alguns países, o Dia das Crianças é comemorado em outras datas. Em Portugal e nos países de língua portuguesa, como Moçambique e Angola, por exemplo, o Dia das Crianças é comemorado em 1.º de junho. Na Índia, o dia 15 de novembro foi escolhido como data comemorativa das crianças. No Japão e na China, escolheu-se o 5 de maio.
Outros países comemoram o Dia das Crianças em 20 de novembro. Nessa data, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou a Declaração dos Direitos das Crianças em 1959. Dentre outras prerrogativas, essa declaração preconiza que as crianças devem ter cuidados especiais antes e depois do nascimento, acesso a uma educação de qualidade, cuidados dos pais e do Estado, entre outras medidas.
Ricardo Barros Sayeg - Mestre em Educação, pedagogo e historiador pela Universidade de São Paulo e professor de História do Colégio Paulista (COPI).
Este artigo foi retirado do blog uranohistoria.blogspot.com e foi editado neste espaço por Edmarlon Silva.
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Quanto tempo durou o dilúvio?
Veja o gráfico criado pelo Pr. Savio detalhando cronologicamente os eventos diluvianos. Vale a pena conferir!
Edmarlon
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