Seja bem-vindo. Hoje é

20 de jul. de 2010

Receita: Nhoque de Abóbora

1/2 kg de abóbora
Sal marinho a gosto
2 colheres de sopa de óleo de milho ou azeite de oliva extra virgem
Farinha de trigo integral ou comum o suficiente para da liga

Molho
Use o molho da sua preferência (testei um molho de tomate e quando desliguei o fogo acrescentei creme de leite de soja no molho, mexi bastante e ficou ótimo)

Preparo
Cozinhe a abóbora no vapor, depois amasse-a com o garfo, coloque sal, o azeite e a farinha de trigo(o suficiente para dar o ponto).
Em uma superfície lisa, povilhada com farinha de trigo, faça cordões com a massa e coerte-os no sentido transversal ou em cubos. Ponha-os para cozinhar em água quente, com uma pitada de sal, até que venham à tona. Faça uma experiência utilizando apenas um pedaço de massa; caso se desmanche na ágiua, acrescente mais farinha de trigo. Sirva com o molho e orégano.

Espero que gostem; fiz aqui em casa e foi o maior sucesso. Todos que provaram só souberam que era de abóbora depois que eu disse. Na próxima semana trarei mais uma maravilha da nossa culinária pra vocês.
Beijos.

Daiane

16 de jul. de 2010

Fim da Semana de Oração Jovem 2010 - Geração Esperança

Foi uma semana insquecível.
O Clube de Jovens Embaixadores de Cristo trabalhou de maneira poderosa, para a honra e gloria de Deus, trazendo uma programação inovadora, ousada e ao mesmo tempo super espiritual e sem perder a reverência. Elementos que bem alinhados fizeram desta a melhor semana de oração jovem de todos os tempo nesta igreja.
Sem desemerecer os diretores anteriores, mas participei de todas que ocorreram e pude ver a máxima entrega de nossa juventude que valeu um grande resultado.

O batismo de Jean Carlos. Nosso mais novo irmão em Cristo, membro de nossa grande e calorosa família, ao lado do Líder do Clube de Jovens Embaixadores de Cristo.
A cerimîonia foi realizada pelo nosso Pastor Luciano Salviano.

Desejamos que a paz do Nosso Senhor  permaneça com ele e que todos vivamos muitos momentos felizes juntos na família de Deus.
Seja Bem-Vindo, Jean.

Edmarlon

Vídeos no seu celular

Agora você pode ter as músicas especiais que cantamos em nossa igreja no seu celular. Canções editadas em vídeo pela equipe de sonoplastia em alta qualidade. Veja a lista abaixo e faça já o seu download:

Edmarlon

Eventos Finais - Episódio 3

A aclamada série que esclarece os últimos eventos antes da volta do nosso Senhor Jesus e nos mostra as maravilhas que viveremos com Ele nas mansões celestiais. Em sete episódios você saberá de tudo que está reservado para a humanidade nos EVENTOS FINAIS.





 Hoje, assistiremos o terceiro episódio de EVENTOS FINAIS
 

8 de jul. de 2010

Sexo na hora certa

Uma mensagem do nosso líder Pastor Herton Koeller

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Explosivo e excitante, o sexo é uma força que mexe com a cabeça de quase todo mundo. Os sentimentos das pessoas sobre ele podem ser diferentes, mas não deixam de ser fortes. Prova disso é que, quando se menciona a palavra sexo, uns se envergonham, outros dão risadinhas ou reagem de outro jeito, mas todos ligam as antenas. Quem é normal gosta de sexo. Nada de errado com isso.
 Agora, se você acha que pode manter relações sexuais em qualquer momento, porque é saudável, e com todo mundo, porque não é pecado, lembre-se: o mesmo Deus que criou o sexo criou o casamento. É diferente do que se diz por aí, casar virgem, não é nada careta. Ao contrário, está mais na moda do que nunca.
 Esperar a hora certa, é mais seguro! Além disso, não é uma membrana tão pequena como o hímem, que vai determinar a quantidade de amor que há entre um casal. O amor é muito mais complexo. Quando existe amor entre um homem e uma mulher, o respeito, carinho e atenção falam mais alto do que prazer físico.
 Há muitos incentivos para prática do sexo antes do casamento, mas felizmente os jovens estão aprendendo a tomar suas próprias decisões e desenvolvendo forças para dizer “não”. Em 1994, a Associação Cristã de Moços de Saint John realizou um concurso, no Canadá, com a participação de centenas de garotas. A ACM premiaria a resposta mais criativa à cantada “Se você me ama vamos fazer sexo”.
A frase vencedora foi: “Não vamos”.
 Infelizmente, sempre que Deus faz alguma coisa Satanás se esforça para destruir.
 Ele tem um arsenal de recursos para despertar a curiosidade humana para a prática do sexo antes do casamento, quando esse é um item exclusivo dentro da santidade do casamento.
 Ele leva os jovens a procurar o sexo, principalmente quando:
  •  Sentem insegurança com a sua aparência, e no fundo, desejam provar quem são.
  • Tem facilidade para ser impulsivos do que pensativos.
  • Tem pouco ou nenhum interesse nos valores espirituais.
  • Vêm de famílias onde não tinham muita amizade com os pais.
  • Não se sentem amados em casa, e quando não percebem expressões de aprovação e apreciação entre os pais e irmãos.
  • Não pensam com cuidado acerca de si mesmos, e a respeito do sexo antes do casamento.
  • Quando estão com a auto-estima baixa e não reconhecem o seu valor.
 Isto significa que quando estiverem de cara com a tentação, vão seguir seus próprios impulsos, sem ligar para as conseqüências nem para o princípio que podem estar quebrando.
 MOTIVOS PARA DEIXAR O SEXO COMO UM PRESENTE DE CASAMENTO
 Existem muitos motivos para confirmar que Deus está certo ao apresentar o sexo como o Seu presente de casamento para um casal. Confira:
  •  Ele diz claramente que você deve esperar até o casamento. Só no casamento os dois devem se tornar “uma só carne”(Gên. 2:24)
  • Prejudica a amizade com Ele. Você se sente distante de Deus quando segue um caminho diferente do que Ele recomendou. Compensa?
  • Prejudica a reputação. Fica a fama de fácil. As pessoas gostam de se aproveitar dos fáceis, mas preferem relacionamentos sérios com os fiéis.
  • Interfere na comunicação do casal. Quando o sexo surge no namoro ele vira prioridade no relacionamento. A atração e a aventura dão um tempero diferente. Todo o tempo que passam juntos é aproveitado para o envolvimento sexual, ou para criar um “clima”. O bate-papo tão importante para que os dois se conheçam e vivam felizes por toda a vida, passa a ser secundário.
  • Deixando o sexo para o casamento, há mais possibilidades do desenvolvimento de uma forte amizade entre o casal. O diálogo faz com que os dois se aceitem, se entendam, se ajudem, e isso é amizade. O sexo dentro do casamento vai ser o presente.
  • O desejo sexual se torna mais forte do que o sentimento do amor. O relacionamento passa a ser mantido mais pela beleza e pela atração dos corpos, do que pelo amor.
  • Leva a dependência de vícios sexuais. Como não há comprometimento, buscam-se “novas” maneiras de tornar o sexo um prazer. Surgem aí os vícios sexuais que acompanham uma pessoa por toda a vida.
  • Tira o brilho da relação sexual dentro do casamento. Sexo proibido, aventura, tem outro sabor. Quando o casamento chegar, e tudo se tornar normal e permitido, o brilho diminui consideravelmente.
  • Pode surgir ressentimento entre os dois por saber que um já perdeu a virgindade. Com quem foi? Como foi? Por que não foi comigo? Foi tão fácil? São perguntas que vão arranhar o relacionamento depois do casamento.
  • Fica o modelo das comparações, no casamento. Se ele ou ela já experimentaram o sexo com outros, como foi? Será que comigo está sendo tão bom? Durante a relação sexual, surgirá também, o risco de lembranças de experiências anteriores.
  • Pode provocar, mais tarde, experiências extra-conjugais.
  • Depois que você se libera antes do casamento, é muito mais difícil voltar atrás.
  • O risco de contrair DST (doenças sexualmente transmissíveis) e AIDS é muito grande. O prazer começa a falar mais alto do que a razão, e aí tudo pode acontecer.
  • O risco de gravidez e aborto está sempre presente. Basta ver a quantidade de pais e mães solteiros hoje e o número de abortos.
  • Abala o relacionamento com os pais. Os pais proíbem, os filhos forçam, e se cria uma confusão. Tudo por causa de uma relação que pode ser passageira. Compensa arranhar o relacionamento com os pais, companheiros de toda a vida, por vontades próprias ou momentos de prazer?
  • Pode provocar prejuízo no comportamento dos filhos. Dificilmente os filhos serão melhores do que seus pais. Eles poderão dizer, amanhã, quando você for orientá-los: “Não se preocupe, não vou fazer com meu namorado nada mais do que vocês faziam quando namoravam.” É isso que você quer?
  • O fim de um namoro onde houve sexo é muito doloroso. Os corpos criaram compromisso e intimidade e isso fica difícil de quebrar quando se descobre que um não foi feito para o outro.
  • Quando você espera até o casamento está demonstrando amor. Quem ama respeita!
  • A espera tem a bênção de Deus. Deus e seus secretários: a vida e o tempo, se encarregam de recompensar a obediência.
 (Motivos apresentados por Jaime Kemp em “Sexo aqui e agora?!”)
 Avalie estes motivos! Pense na sua felicidade e também na felicidade de quem você ama. A melhor escolha é deixar o sexo para a hora certa.
 É POSSÍVEL RESISTIR CONFIRA
 Se você está lutando para se manter puro, ou para mudar seus hábitos sexuais, e assim voltar ao plano original de Deus, é importante seguir alguns conselhos, confiando que em Deus podemos todas as coisas (Filip. 4:13). Confira estas dicas, elas podem ajudar-lhe: 
  • Aprenda a dizer não. Crie medidas preventivas para evitar a tentação.
  • Evite assistir programas e filmes picantes com apelos eróticos.
  • Mantenha um diálogo aberto com o(a) namorado(a) sobre seus sentimentos acerca do momento certo para o sexo.
  • Tenha um super amigo para quem você possa contar suas lutas e buscar apoio.
  • Relacione-se com pessoas que tenham os mesmos objetivos que você.
  • Planeje bem seus encontros, criando sempre atividades diferentes. A rotina abre as portas para o prazer, e para a tentação.
  • Estabeleça seus limites no início do namoro, e mantenha-os.
  • Controle as carícias, controlando seu próprio corpo.
  • Evite ficar sozinho com o(a) namorado(a) por muito tempo.
  • Gaste tempo meditando nas coisas de Deus para ser “transformado pela renovação da mente” (Rom. 12:2). Bons pensamentos geram boas atitudes.
  • Pense nos benefícios que você tem ao deixar o sexo para a hora certa.
  • Não se julgue forte e capaz para vencer sozinho as tentações sexuais.
  • Dependa de Deus, pois Ele é quem conhece seu “funcionamento”.
  • Insista em seguir os planos de Deus. Confie em Seu poder. A oração traz transformação.
  • Faça um compromisso com você mesmo e com Deus. Ele não falha.
 Deus compreende como é difícil para os solteiros se manterem “intactos” até o casamento. Ele sabe que, às vezes, os impulsos falam bem mais alto, e está disposto a ajudar. Vale a pena confiar nEle.
 É bom sempre recordar, que o namoro é um período de conhecimento sadio. Nele é preciso cuidar, estabelecer limites e contar com a ajuda de Deus, porque um relacionamento mal dirigido entre duas pessoas de sexo oposto, em vez de lucros pode trazer prejuízo e produzir conseqüências desastrosas para o futuro.
 Por isso, deixe o sexo para a hora certa!!
Erton Köhler

Este texto foi extraído do blog Central de Diretores JA
Afirmo que temos  a mesma convicção exposta pelo nosso irmão Paulo Alexandre. Os eventos finais são descritos na Bíblia com toda exposição possível e não incorre nada de secreto.

Edmarlon 

Quatro Razões Para Rejeitar o Arrebatamento Secreto


Texto de Paulo Alexandre
Um cuidadoso estudo de textos bíblicos relevantes quanto ao Retorno de Cristo sugere pelo menos quatro razões principais para rejeitar o ponto de vista de uma Segunda Vinda de Cristo em dois estágios.
O Vocabulário do Segundo Advento. A primeira razão para rejeitar um arrebatamento secreto que antecede à tribulação é o fato de que o vocabulário do Segundo Advento não oferece respaldo para tal ponto de vista. Nenhuma das três palavras gregas usadas no Novo Testamento para descrever o Retorno de Cristo, ou seja, parousia-vinda, apokalypsis-revelação, e epiphaneia-aparecimento, sugere um arrebatamento secreto pré-tribulacional como objeto da esperança cristã no Advento.
Os pré-tribulacionistas alegam que a palavra parousia-vinda é usada por Paulo em 1 Tessalonicenses 4:15 para descrever o arrebatamento secreto. Mas em 1 Tessalonicenses 3:13 Paulo emprega a mesma palavra para descrever “a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo com todos os Seus santos”-uma descrição, segundo os pré-tribulacionistas, da segunda fase do Retorno de Cristo. Novamente, em 2 Tessalonicenses 2:8, Paulo emprega o termo parousia-vinda em referência à Vinda de Cristo que causará a destruição do anticristo-um evento que, de acordo com os pré-tribulacionistas, supostamente ocorrerá na segunda fase da Vinda de Cristo.
Semelhantemente, as palavras apokalypsis-revelação e epiphaneia-aparecimento, são utilizadas para descrever tanto o que os pré-tribulacionistas chamam de arrebatamento (1 Cor 1:7; 1 Tim 6:14) e o que chamam de Retorno, ou segunda fase da Vinda de Cristo (2 Tess 1:7-8, 2:8). Destarte, o vocabulário da Bendita Esperança não propicia base alguma para uma distinção do Retorno de Cristo em duas fases, uma vez que seus termos originais são empregados intercambiavelmente para descrever o mesmo evento. Mais importante ainda é o fato de que cada um desses três termos é claramente empregado para descrever o Retorno de Cristo pós-tribulacional, o que é visto como objeto da esperança do crente.
A parousia, por exemplo, é indisputavelmente pós-tribulacional em Mateus 24:27, 38, 39 e em 2 Tessalonicenses 2:8. O mesmo é verdade de apokalypsis-revelação, em 2 Tessalonicenses 1:7 e de epiphaneia-aparecimento em 2 Tessalonicenses 2:8. Portanto, o vocabulário da Bendita Esperança exclui a possibilidade de uma Vinda Secreta de Cristo para arrebatar a Igreja, seguida de uma tribulação de sete anos e da Vinda gloriosa, visível para estabelecer o Reino Judaico milenial. Os termos usados claramente apontam a um Advento de Cristo único, indivisível, pós-tribulacional para trazer salvação aos crentes e retribuição aos descrentes.
Nenhum Arrebatamento da Igreja. Uma segunda razão para rejeitar um arrebatamento pré-tribulacional secreto da Igreja é o fato de que não há qualquer indício no Novo Testamento de um arrebatamento instantâneo da Igreja. A descrição mais notória do Segundo Advento encontrada em 1 Tessalonicenses 4:15-17, sugere exatamente o oposto quando fala que o Senhor desce do céu “dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus” . . . “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares”.
O clamor, a trombeta e o grande ajuntamento dos vivos e santos ressurretos dificilmente sugeriria um evento secreto, instantâneo e invisível. Pelo contrário, como freqüentemente se tem assinalado, esta talvez seja a passagem mais barulhenta da Bíblia. A referência a um ressoar “da trombeta” e paralelamente ao texto de Mateus 24:31 e 1 Coríntios 15:52, que falam de fortes sons de trombeta, corroboram a visibilidade e natureza pública do Segundo Advento. Nenhum traço de um arrebatamento secreto pode ser encontrado em qualquer destas passagens.
Nenhuma Remoção da Igreja da Grande Tribulação. Uma terceira razão para rejeitar a noção de um arrebatamento secreto pré-tribulacional da Igreja é o fato de que tal noção não tem apoio das passagens que tratam da tribulação. Por exemplo, em seu discurso no Monte das Oliveiras, Jesus fala da “grande tribulação” que imediatamente precederá a Sua vinda e promete que “por causa dos escolhidos tais dias serão abreviados” (Mat. 24:21-22, 29). Alegar que “os eleitos” são apenas os crentes judeus, e não membros da Igreja, representa ignorar que Cristo está se dirigindo a Seus apóstolos que representam não só o Israel nacional, mas a Igreja em escala ampla. Isto é confirmado pelo fato de que tanto Marcos quanto Lucas fazem referência ao mesmo discurso para a Igreja gentílica (Marcos 13; Lucas 21).
É também digna de nota a grande semelhança entre a descrição que Cristo faz do arrebatamento da Igreja em Mateus 24:30, 31 e a de Paulo em 1 Tessalonicenses 4:16, 17. Ambos os textos mencionam a descida do Senhor, a trombeta que soa, os anjos acompanhantes e a reunião do povo de Deus. Tais semelhanças sugerem que ambas as passagens descrevem o mesmo evento. Contudo, em Mateus o arrebatamento de Cristo é explicitamente situado “após a tribulação” (Mat. 24:29), ao tempo da Vinda de Cristo “com poder e grande glória” (vs. 29, 30). O paralelismo entre as duas passagens indica claramente que o arrebatamento da Igreja não precede, mas, pelo contrário, segue-se à grande tribulação.
Cristo nunca prometeu a Sua Igreja um arrebatamento pré-tribulação deste mundo. Antes, prometeu proteção em meio à tribulação. Em Sua petição ao Pai, Ele disse: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (João 17:15). Semelhantemente à Igreja de Filadélfia, Cristo promete: “Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a Terra” (Apoc. 3:10). Se a Igreja estivesse ausente desta Terra durante a hora de prova, não haveria necessidade de proteção divina.
Nenhum Arrebatamento Pré-Tibulação nas Escrituras. Por último, a noção de um arrebatamento secreto pré-tribulacional é negada por Paulo e pelo livro de Apocalipse. Em suas admoestações aos tessalonicenses, Paulo explica que os crentes terão “alívio” da tribulação desta era presente “quando do céu se manifestar o Senhor Jesus Cristo com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus. . .” (2 Tess 1:7-8). Em outras palavras, os crentes experimentarão libertação dos sofrimentos desta era, não mediante um arrebatamento secreto, mas por ocasião da revelação pós-tribulacional de Cristo.
No segundo capítulo Paulo refuta as concepções errôneas que prevaleciam entre os tessalonicenses de que o dia do Senhor havia vindo. Para refutar esse equívoco ele cita dois eventos principais que deveriam dar-se antes da Vinda do Senhor, ou seja, a rebelião e o aparecimento do “homem da iniqüidade” (2 Tess 2:3) que perseguiria o povo de Deus.
O que é crucial nesta passagem é que Paulo não faz menção de um arrebatamento pré-tribulacional como um precedente necessário para a Vinda do Senhor. Contudo, este seria o argumento mais forte que Paulo poderia apresentar para provar aos tessalonicenses que o dia do Senhor não poderia possivelmente ter vindo, uma vez que o seu arrebatamento para fora deste mundo ainda não tivera lugar. A omissão de Paulo desse argumento vital sugere fortemente que Paulo não cria num arrebatamento pré-tribulacional da Igreja.
Esta conclusão também é apoiada pela menção por Paulo do aparecimento do anticristo-um evento indicutivelmente tribulacional que os crentes verão antes da vinda do Senhor. Se Paulo esperasse que a Igreja fosse arrebatada deste mundo antes da tribulação causada pelo aparecimento do anticristo, ele dificilmente teria ensinado que os crentes veriam tal evento antes da vinda do Senhor. Que interesse os tessalonicenses teriam no aparecimento do anticristo, juntamente com a tribulação que o acompanharia, se devessem ser arrebatados para longe desta Terra antes de esses eventos terem lugar? Assim, tanto por sua omissão quanto por sua afirmação, Paulo nega o ponto de vista de um arrebatamento pré-tribulacional da Igreja.
Nenhum Arrebatamento Pré-Tribulacional no Apocalipse. O livro de Apocalipse trata em maiores detalhes do que qualquer outro livro do Novo Testamento dos eventos associados com a grande tribulação, tais como o soar das sete trombetas, o aparecimento da besta que inflige uma terrível perseguição sobre os santos de Deus, e o derramamento das sete últimas pragas (Apoc. 8 a 16). Conquanto João descreva em grande detalhe os eventos tribulacionais, ele nunca menciona ou sugere um Advento de Cristo secreto e pré-tribulacional para levar embora a Igreja. Isto surpreende muito, em vista de que o expresso propósito de João é instruir as Igrejas com respeito aos eventos finais.
João explicitamente menciona uma incontável multidão de crentes que passarão pela grande tribulação. “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras, e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Apoc. 7:14). Os pré-tribulacionistas argumentam que esses crentes são somente da raça judaica, supostamente em vista de que a Igreja em Apocalipse 4 a 19 não mais está sobre a Terra, mas no céu. Tal raciocínio perde o seu crédito, primeiramente pelo fato de que em parte alguma João diferencia entre os santos na tribulação que sejam judeus ou gentios.
João explicitamente declara que os crentes vitoriosos da tribulação vêm de “toda nação, tribo, língua e povo” (Apoc. 7:9). Esta frase ocorre repetidamente no Apocalipse para designar não exclusivamente os judeus, mas inclusivamente todo membro da família humana (Apoc. 5:9; 10:11; 13:7; 14:6). O Cordeiro, por exemplo, é louvado pelos 24 anciãos por ter resgatado homens “de toda tribo e língua e povo e nação” (Apoc. 5:9). Obviamente, Cristo não resgatou somente judeus, mas pessoas de todas as raças.
Êxtase de João, Não Arrebatamento da Igreja. O argumento de que a Igreja em Apocalipse 4 a 19 está no céu baseia-se num falso pressuposto de que a ordem a João, “Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas cousas” (Apoc. 4:1) refere-se supostamente ao arrebatamento da Igreja no céu. Esta é uma interpretação sem fundamento, porque o texto não fala do arrebatamento da Igreja, mas da experiência visionária extática de João. Até mesmo John F. Walvoord, destacado pré-tribulacionista, reconhece abertamente que “não há autoridade para ligar o arrebatamento com esta expressão”. [1]
As semelhanças entre as admoestações dadas nas cartas às sete Igrejas e as que são dadas aos santos que enfrentam a tribulação sugerem que os dois são essencialmente o mesmo povo. Por exemplo, quatro vezes nas sete cartas a necessidade para “suportar” é realçada (Apoc. 2:2, 3, 19; 3:10), e se espera a mesma qualidade dos santos que passam pela tribulação (Apoc. 13:10; 14:12). Semelhantemente, a necessidade de “vencer”, expressa sete vezes nas cartas às Igrejas (Apoc. 2:7, 11, 17, 26; 3:5, 12, 21), é o próprio atributo dos santos na tribulação “que venceram a besta e sua imagem” (Apoc. 15:2). Dificilmente se conceberia que João tencionava atribuir as mesmas características a dois grupos diferentes de pessoas.
A Igreja Sofre a Tribulação, Mas Não a Ira Divina. Em Apocalipse 22:16 Jesus reivindica ter enviado o Seu anjo a João “para testificar estas cousas à Igreja”. É difícil ver como as mensagens dadas pelo anjo a João poderiam ser um testemunho para as Igrejas, se a Igreja não está diretamente envolvida na maior parte dos eventos descritos no livro (Apoc. 4 a 19).
O ponto básico da questão é que a Igreja em Apocalipse sofrerá perseguição por poderes satânicos durante a tribulação final, mas não sofrerá a ira divina. A ira divina, que é retratada pelas sete pragas apocalípticas, não é derramada indiscriminadamente sobre todos, mas seletivamente sobre aqueles que são “portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem” (Apoc. 16:2; cf. 14:9-10).
Tal como os antigos israelitas desfrutaram da proteção de Deus durante as dez pragas (Êxo. 11:7), assim o povo de Deus será protegido quando Sua ira divina cair sobre os ímpios. Essa divina proteção é representada em Apocalipse por um anjo que sela os servos de Deus em suas testas (Apoc. 7:3) de modo a que sejam poupados quando a ira de Deus sobrevir sobre os impenitentes (Apoc. 9:4). Por fim, o povo de Deus será resgatado pelo glorioso Retorno de Cristo (Apoc. 16:15; 19:11-21). Destarte, a Revelação não retrata um arrebatamento pré-tribulacional da Igreja, mas um Retorno pós-tribulacional de Cristo.
Conclusão. À luz das razões acima discutidas, concluímos que o ensino popular de uma Vinda Secreta de Cristo para arrebatar a Igreja antes da tribulação final é um sinal errado do Tempo do fim destituído de qualquer respaldo bíblico. Tal crença torna a Deus culpado de chocante discriminação, por dar tratamento preferencial à Igreja que é removida da Terra antes da tribulação final reservada aos judeus. As Escrituras ensinam que a Segunda Vinda de Cristo é um evento único que ocorre após a grande tribulação e será experimentada pelos crentes de todas as eras e de todas as raças. Esta é a Bendita Esperança que une “toda nação, e tribo, e língua e povo” (Apoc. 14:6).
Referências:
1. John F. Walvoord, The Revelation of Jesus Christ (Chicago, 1966), p. 103.
Fonte: Pesquisa no Google


Este texto foi extraído do blog Central de Diretores JA
Afirmo que temos  a mesma convicção exposta pelo nosso irmão Paulo Alexandre. Os eventos finais são descritos na Bíblia com toda exposição possível e não incorre nada de secreto.

Edmarlon

2 de jul. de 2010

O som gospel cai na mídia secular. E daí?

O último “Domingão do Faustão” teve algo diferente. Em lugar de músicos populares, apareceram as cantoras Gospel Aline Barros e Fernanda Brum. As duas contaram sobre sua amizade e carreira, cantaram músicas dos respectivos repertórios, encerrando a visita cantando juntas uma música. Muitas publicações e sites evangélicos com certeza considerarão esse fato um avanço à causa evangélica. Como protestante, sou forçado a discordar de toda a mídia evangélica, católica e protestante juntas; e não tenho a intenção de criticar ninguém, mas realmente sinto que uma causa evangélica de mídia foi exaltada; mas não o evangelho em si. Já tive o prazer de ouvir pessoalmente Aline Barros e gosto de algumas de suas músicas; Fernanda Brum, escutei algumas vezes na rádio também. Meu questionamento não é de forma alguma pessoal, antes é um questionamento sobre a efetividade da arte cristã, que segue padrões de marketing, popularidade e disseminação em massa; mas perde o elevado padrão de espiritualidade profunda, reflexão renovadora dos ouvintes e transformação das vidas pelo evangelho.

Evangélico hoje bebe cerveja, dança funk, pula carnaval, vai a baladas noturnas (tudo com letramento “evangélico”, é claro!); o nome de Jesus Cristo é repetido à exaustão, mas jamais é exaltado.

As duas cantaram músicas extremamente ritmadas que agitaram a plateia (especialmente a última música, que cantaram juntas) de um jeito extremamente alvoroçador, exagerado, acima de muitas músicas populares feitas para a diversão. Isso me faz lembrar de uma mãe em Laguna, SC, que me contou que não entendia como Deus poderia estar nas músicas gospel da filha.

Normalmente, diz-se que existe uma mistura natural entre música religiosa (especialmente americana) e popular. O que muitos esquecem é que nos séculos 19 e 20 a música religiosa era fonte de inspiração para temas populares, logo você pode notar que muitas músicas populares tinham letras, melodias e ritmos literalmente embelezados por sua influência advinda da música religiosa. Assim você ouve e sente uma sensibilidade diferente em cantores populares como Nat King Cole, Sarah Lois Vaughan, para citar alguns. Isso chegou até a influenciar a música do cinema em sua famosa Era de Ouro.

Mas o processo que vem ocorrendo especialmente desde os anos 1980 é inversamente outro, e nessa inversão existem tremenda crueldade e destruição artística. Cantores gospel muitas vezes imitam os ritmos populares, trazendo para a igreja evangélica ritmo, barulheira e sentimentalismo doentio; assim o evangelho deixa de ser um chamado ao culto racional, um sacrifício vivo em que a alma se cala ante El Shadday, o Todo-Poderoso (nas palavras de Romanos 12:1), ouve-Lhe a voz e pergunta submissa: “Senhor, que queres que eu faça?” (Atos 9:6).

Até mesmo cantores populares que pisaram nos dois terrenos, como Elvis e Bob Dylan, trataram a música religiosa de maneira mais respeitosa do que alguns cantores gospel estão fazendo hoje.

O que os cristãos católicos, protestantes e evangélicos precisam fazer é reencontrar suas origens. No caso católico, podemos citar a música coral de Haendel, especialmente o oratório O Messias. Haendel era truculento e nervoso e dedicou muito de sua arte à música operística, com seus exageros e enredos sentimentalistas; mas teve a vida literalmente mudada depois de compor O Messias.

Os protestantes precisam se lembrar de Lutero, que usou a grandiosidade do canto coral com orquestra para reafirmar os grandes temas da fé renovada a partir da Reforma. Precisam lembrar e valorizar tremendamente Johann Sebastian Bach, cuja monumental obra sacra assombra até hoje os maestros e cantores eruditos de todo o mundo.

Os evangélicos precisam se lembrar da beleza e simplicidade das músicas que eram cantadas na igreja crescente nos Estados Unidos; músicas provindas de compositores que tinham experiência profunda de espiritualidade, como a escritora cega Fanny Jane Crosby, Ira David Sankey, os contemporâneos George Beverly Shea e o casal William e Gloria Gaither.

Qualquer inovação artística só terá efeito salvífico se trouxer ao cantor e seu público um sentimento de reverência, entrega e santificação diante do Sagrado e pelo poder do Sagrado. A música evangélica pode muito bem voltar às suas raízes legítimas e produzir frutos de salvação em favor de um mundo que está perdido em meio à barulheira e à gritaria de sons que não são sons, de músicas que não são músicas; proclamando em alto e bom som a mensagem de salvação, que traz consigo um coração novo, de carne e não de pedra.

(Sílvio Motta Costa é professor em Campinas, SP)

Este artigo foi postado pelo irmão Michelson Borges em seu site CRIACIONISMO. Recomendo a todos que aprender mais sobre assuntos seculares, mas intimamente ligados à fé cristã, que acessem seu blog. Deus tem abençoado ricamente o nosso irmão e permitido que ele divida seus pensamentos inspirados conosco, portanto vale a pena conferir.

Semana de Oração Jovem 2010

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O tema deste ano será: ”Eles foram a Geração Esperança, e você!”
Desde criança todos nós temos os nossos heróis, sejam eles bíblicos ou de um mundo imaginário. É claro que os personagens bíblicos valem muito mais, e certamente algum deles marcou a nossa vida quando éramos juvenis.
Eu sempre admirei a coragem e a valentia de Davi, e também sempre queria ter a força física de Sansão. E você?
Pois então, pesando em desafiar os nossos jovens na América do Sul, a buscarem lindos exemplos dignos de imitação, é que nós estamos colocando em suas mãos oito extraordinários sermões feitos com muito amor e carinho para você possa desafiar os jovens da sua igreja, a ser a geração esperança da atualidade. Se os nossos jovens olharem para a Bíblia, terão uma constelação de heróis de verdade. Basta seguir os bons exemplos!
Os oito sermões que você tem em suas mãos foram preparados carinhosamente pelos líderes de jovens das sete Uniões brasileiras, são eles: Aquino Bastos (UNB); Areli Barbosa (USB); Donato Azevedo (UNoB); Ronaldo Arco (UCB); Ivay Araújo (UEB); Nelson Milanelli (UCOB) Elmar Borges (UNeB) e Otimar Gonçalves (DSA).
Cada personagem bíblico foi escolhido pelo autor do sermão. Todos estamos certos de que eles foram a geração esperança da sua época… E você, está disposto a ser a geração esperança do nosso tempo? Aproveite o ‘clima’ de esperança e reúna a sua turma e vá buscar aqueles jovens que já fizeram parte da geração esperança, vá agora mesmo… coloque o ‘exercito da esperança’ nas ruas outra vez…
Um abraço cheio de esperança no seu coração,
Pr. Otimar Gonçalves
Ministério Jovem – Divisão Sul-Americana

O crescimento da IASD nos últimos dez anos



Vejam abaixo, algumas informações sobre o crescimento da igreja nos últimos 10 anos. São dados para louvar a Deus, orar e nos comprometer cada vez mais com a missão:

1. O slogan da assembleia deste anos é "Proclamando a graça de Deus".

2. Cidades do mundo com mais de 10 milhões de habitantes: 19.

3. Países e áreas sem presença adventista: 29; no ano 2000 eram 31.

4. Grupos com mais de 100 mil habitantes sem presença adventista: 118.

5. Membros em 2010: 17 milhões. No ano 2000, eram 11.687.229.

6. Congregações no mundo: 64 mil. No ano 2000: 48.933.

7. Habitantes do mundo por membro da igreja: 405. Em 2000: 519.

8. Habitantes por membro fora da janela 10/40: 181. Na janela 10/40: 1.736.

9. Habitantes por membro nas grandes cidades: 953.

10. Habitantes por membro fora das grandes cidades: 423.

11. Há 40 países no mundo com menos de 50 pessoas por adventistas.

12. A igreja tem mais de 5.000 missionários no mundo. 1.300 são obreiros da igreja
servindo em Divisões diferentes da sua origem, 3.766 são voluntários. Esses missionários procedem de 98 países e estão presentes em 123 países.

13. A cada quatro horas uma igreja é aberta no mundo.

14. Uma pessoa é batizada a cada 30 segundos.

15. Três mil pessoas são batizadas a cada dia.

16. Somente na China nascem 51 mil crianças por dia e no mundo 311 mil nascem a cada dia.

17. A cada ano mais de 20 milhões de dólares são orçados para que tenhamos os missionários atuando.

18. Pela primeira vez na história. mais de 50% dos habitantes do mundo vivem nas cidades.

19. Tokio tem um adventista para cada 12.517 habitantes. Kolkaka tem um adventista para cada 23.321 habitantes.

20. Em 2000, o mundo tinha 5,8 bilhões de habitantes. Hoje são 6,8 bilhões.

21. Desde 1913, 27.057.602 pessoas foram batizadas na IASD.

22. Nos últimos 50 anos, a igreja entrou em mais de 50 países.

23. Nos últimos cinco anos, tivemos 2.889 batismos por dia, em media.

24. A primeira Sessão da Associação Geral, em 1863, tinha 20 delegados; a que menos teve foi em 1871, com 14 delegados. Hoje temos 2.411 delegados.

25. 2006 foi o ano de maior numero de batismos em um ano. Mais de 3.000 por dia, totalizando 1.107.426; na Divisão Sul-Americana foram 222.585.

26. Em cada dia, no último quinquênio, a igreja recebeu 6.981.614 dólares em dízimos e ofertas.[Todo o investimento feito com esses recursos auditados é claramente apresentado aos membros, que recebem recibos e relatórios com frequência.]

27. Dos 2.411 delegados, 300 são membros leigos, 304 membros do staff da Associação Geral, 260 do staff das 13 Divisões mundiais e 50 de instituições ligadas à Associação Geral.

28. Até 1901, as assembleias eram bienais. Até 1970, foram quadrienais e daí em diante quinquenais.

29. A última assembleia de que Ellen White participou foi em 1909. A sessão começou em 13 de maio. Ela saiu de sua casa em Santa Helena, em 5 de abril, e no caminho pregou em 14 lugares diferentes. Chegou para o inicio da reunião e, durante a assembleia, que durou até o começo de junho, pregou mais 14 sermões. A ênfase dela foi a consagração e a evangelização. Estas palavras dela foram marcantes: “Neste momento, precisamos da obra e batismo do Espírito Santo; é nossa urgência. Talvez não mais poderei me reunir em outro congresso mundial”; nesse momento, ela saiu do púlpito e foi se sentar, mas em seguida se levantou, voltou à plataforma e, levantando a Bíblia, disse: "Irmãos, recomendo-vos este livro."

(Antonio Moreira, presidente da Igreja Adventista na região central do Paraná; blog A Missão)


Esta é uma recompensa divina para todos vocês que fazem das suas vidas verdadeiros altares de adoração ao Senhor, Deus dos Exércitos e dedicam-se incansavelmente a cumprir a sua obra.
Não crescemos de maneira vertigenosa como outras igrejas porque pregamos o evangelho genuíno, sem pôr nem tirar nada; mas o Pai Eterno nos abençoado tão ricamente que não temos palavras pra agradecer e demonstrar nossa alegria e orgulho santo ao vermos como esta igreja tem crescido de maneira sóbria.
Que o Senhor continue abençoando as vidas e o trabalhos de todos nós Adventistas do 7º Dia, em especial, meus irmãos de Estrada das Barreiras.

Cristãos ou evangélicos?


Recentemente, a esposa do jogador Kaká, Caroline Celico, disse à imprensa que não gosta de dizer que é evangélica, mas cristã. Não sei se ela conhece exatamente as nuances entre uma e outra palavra. Mas, quando li isso, me lembrei de uma palestra apresentada anos atrás pelo pastor e escritor George Knight, durante a qual ele respondeu à pergunta: Os adventistas são evangélicos? Ele respondeu: “Não me preocupo se somos evangélicos. Devemos, sim, é ser bíblicos.” Atualmente, o nome “evangélico” está muito desgastado. Geralmente, ele evoca a imagem de pessoas alienadas, fanáticas, adeptas da teologia da prosperidade ou de uma religiosidade meramente emocional e divorciada da realidade cultural que as rodeia; religião que prega o reino de Deus aqui e agora e a Parousia para o futuro distante; a graça barata da qual falou Bonhoeffer; a salvação sem cruz e nem juízo; o povo do “Cara” lá de cima e não do Deus Criador que, a despeito de ser Pai amoroso, também inspira reverência e profundo respeito. Muitos evangélicos sinceros têm se mostrado preocupados com o dogmatismo antibíblico que contamina o viver religioso de multidões que dizem amar a Bíblia quando paradoxalmente quase não a abrem para ler e muito menos a estudam.

Ser cristão é amar a Palavra de Deus e incorporá-la ao dia-a-dia; é fazer dela o padrão, a norma de fé e conduta; e para isso é preciso conhecê-la profundamente. Mas tem mais: Jesus é a Palavra de Deus feita carne e ossos. É o Verbo justamente pelo fato de ser o Ser da Trindade que veio ao mundo falar do Deus de amor que ama tanto que deixou instruções claras em Sua Palavra; instruções essas que, se vividas, nos dão paz, esperança e vida em abundância – mesmo deste lado da eternidade. A Bíblia fala de Jesus; devemos lê-la para encontrá-Lo. Jesus é uma pessoa e com pessoas a gente se relaciona. Estudo bíblico sem relacionamento com Jesus é conhecimento vazio que não transforma. Relacionamento sem o estudo bíblico é perigoso, afinal, como saber com quem estamos nos relacionando?

Ser cristão é amar e obedecer a Cristo; é seguir Seus passos, guardar Seus mandamentos. É pregar o evangelho e, se necessário, como disse Francisco de Assis, usar palavras. Ser cristão adventista do sétimo dia é amar tanto a Jesus que a saudade dEle aperta o peito e nos impele a pregar Sua vinda para abreviar esse encontro – mas também por amar as pessoas e querer ajudá-las a encontrar o sentido da vida e a esperança das esperanças. O sentido da vida consiste em saber que sou criatura e Deus é Criador; que somente no encontro entre ambos o vazio é preenchido, pois foi o Senhor quem colocou no coração do ser humano o anseio pela eternidade (Ec 3:11).

Se ser evangélico é seguir e anunciar a mensagem do evangelho (e o evangelho é Jesus), eu sou. Se ser Cristão é amar a Jesus de todo o coração e falar dEle como o primeiro e o último em minha vida, sou cristão. Menos que isso seria fraude, anomalia, incoerência.

Michelson Borges  


Este artigo foi postado pelo irmão Michelson Borges em seu site CRIACIONISMO. Recomendo a todos que aprender mais sobre assuntos seculares, mas intimamente ligados à fé cristã, que acessem seu blog. Deus tem abençoado ricamente o nosso irmão e permitido que ele divida seus pensamentos inspirados conosco, portanto vale a pena conferir.